Resenha: A Menina que Roubava Livros — Markus Zusak

A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler.

Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.

Título Brasileiro: A Menina Que Roubava Livros
Título Original: 
The Book Thief
Autor(a):
Markus Zusak
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 480
Ano: 2007
Skoob
Nota:
5 estrelas

Eu tenho a primeira edição de A Menina que Roubava Livros. Ela foi lançada em 2007, mas eu imagino que eu tenha comprado lá por 2009. Desde então o livro ficou ali largado na minha estante, juntando poeira, porque eu tinha ouvido muitos comentários de que o livro era cansativo. Porém, com a estréia da adaptação dia 31 de janeiro, decidi que já era mais do que hora de ler, e me deparei com uma das melhores leituras da minha vida.

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Liesel é apenas uma garotinha de 10 anos quando o governo nazista decide que ela e seu irmão devem ir morar com uma outra família, os Hubermann. No caminho, seu irmão mais novo acaba morrendo, dentro do trem, e ela e a mãe precisam parar em uma cidade qualquer para enterra-lo. É nesse enterro que Liesel encontra seu primeiro livro “O Manual do Coveiro”, que escorregou do bolso do coveiro que realizou a cerimonia. Ao chegar na nova escola, a garota precisa ser colocada em uma série de crianças mais novas porque ela não sabe nem ao menos ler. Por isso, durante todas as noites, quando Liesel acorda de seus pesadelos com a morte do irmão, seu pai, Hans, senta-se ao lado de sua cama e a acompanha em uma leitura de “O Manual do Coveiro”.

Esse livro conta, simplesmente, uma das mais lindas histórias que eu já vi. O cenário é a Alemanhã nazista, em plena Segunda Guerra Mundial, porém, ao invés de retratar essa realidade pelos olhos dos judeus ou dos países que estavam perdendo a guerra, Markus teve a brilhante ideia de mostrar a vida de uma simples família alemã. Os Hubermann não eram nazista e nem mesmo tinham dinheiro de sobra, pelo contrário, a situação financeira deles (como a da Alemanhã inteira) foi piorando aos poucos. Porém, como uma típica família Alemã, eles viviam o dia a dia da guerra e lidavam com tudo aquilo da melhor maneira possível.

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No começo do livro, nós vemos apenas pequenos traços do nazismo. E, aos poucos, ele vai virando cada vez um elemento mais importante na história. Mas não se engane, o livro não é só sobre isso. Acho que dá, até mesmo, para considerar isso um pano de fundo. O que Zusak retratou foi o cotidiano de Liesel, uma garotinha que teve que aprender a ler para não sofrer mais bullying na escola e que logo vira melhor amiga de Rudy, seu vizinho apaixonado por ela. Os dois se metem em incontáveis confusões, principalmente roubando comida para Rudy e livros para Liesel.

Além da história maravilhosa, a narrativa é outro elemento muito importante. A própria Morte é quem nos conta a história e ela é uma narradora tão incomum quanto o possível. Além de destacar várias partes do texto, ela não se importa em dar spoilers, por isso o livro é todo recheado de leves spoilers que a Morte sorte, mas isso, ao contrário do que eu imaginei a princípio, apenas enriquece a leitura, porque o leitor precisa saber como aquelas coisas irão acontecer.

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Eu gostaria também de falar de todos os relacionamentos do livro. Da Liesel com o Hans e com o Rudy, e até mesmo com a Rosa, sua mãe, mas infelizmente a resenha ficaria muito grande. Quem tem curiosidade para saber mais sobre a história, assista ao vídeo que nele eu falo muito mais sobre esse maravilhoso livro. Aqui eu apenas garanto a vocês que essa foi uma das minhas melhores leituras e que eu acho que todos deveriam ler. Vi vários comentários dizendo que o começo do livro é chato, e eu garanto: ele apenas melhora a cada página!

Capas ao redor do mundo: Deslembrança

Oii, gente, tudo bom?

Já faz algum tempinho que eu não posto Capas ao Redor do Mundo e confesso que já tava com saudade! Esse livro tem umas capas bem legais, mas a maioria segue o mesmo padrão, então foi meio difícil escolher. Espero que vocês gostem das capas e das minhas escolhas!

Ah, e pra quem não leu ainda, tem resenha de Deslembrança aqui!

deslembrança11. Yay! Fazia um tempinho que eu não colocava uma capa do Brasil em primeiro lugar, né? Na verdade, o Brasil não foi o único a usar essa capa (a não ser a fonte azul, acho que nisso foi o único, sim), mas mesmo assim acho que a Intrínseca escolheu muito bem.
2. A princípio eu havia adorado esse conceito que a Itália usou de colocar duas London’s, uma em preto e branco e uma em colorido, acho que tem bem a ver com o livro. Mas encontrei outras duas capas enquanto procurava mais! Então acabei deixando só essa e a próxima mesmo.
3. A capa da Hungria seria bem diferente se não fosse pela segunda, né? Eu até achei essa um pouco mais bonita, no geral, mas não gostei nem um pouco da fonte e achei que a ideia da segunda de colocar o fundo colorido ficou mais legal também.
4. Essa é a capa original, dos Estados Unidos, só eu lembrei de Delírio com essa capa? Eu até acho capas assim legais e tal, mas não curti muito a foto no fundo, não.
deslembrança25. Essa capa é em Inglês também. Não é que eu tenha achado ela feia, mas eu achei ela meio sombria, e convenhamos que Deslembrança não tem nada de sombrio, né? É um livro até meio fofinho.
6. A capa da Polônia também é muito sombria pro meu gosto. Achei que ela lembra mais fantasia e YA do que a quinta, mas ainda assim achei totalmente inadequada para a mensagem que o livro passa.
7. Finalmente uma capa mais fofinha, embora ainda seja meio sombria, né? É meio parecia com a quinta e com a quarta, mas pelo menos as borboletas não um toque mais leve, né? Infelizmente, não descobri o país dessa capa.
8. Outra capa sombria! Que saco isso, por que eles não consegue se ater ao que o livro passa?? A capa da Suécia ficou totalmente nada a ver.
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9. Fui só eu que lembrei de A Bela Adormecida com essa capa? Hahaha Sério, achei tão com cara de contos de fada! Até consigo entender mais ou menos a mensagem e a ligação que eles fizeram com o livro, mas acho que a Indonésia exagerou um pouquinho.
10. A capa Francesa é outra que não tem nada a ver com nada. Além de ser incrivelmente feia com essa cor rosa e a menina na capa. Credo!
11. E por fim, a pior capa de todas: a da República Checha. Gente, que capa horrorosa! Eles conseguiram pegar uma capa linda (caso vocês não tenham percebido é igual a nossa) e deixaram ela horrível.

Bom, é isso aí gente. Espero que tenham gostado das capas como eu gostei e que leiam a resenha! Qual foi a capa favorita de vocês?

Nacionais: Livros da Bruna Vieira

 De Volta Aos Quinze

“Anita tem 30 anos e sua vida é muito diferente do que ela sonhou para si. Um dia, ao encontrar seu primeiro blog, escrito quando tinha 15 anos, algo inusitado acontece e tudo ao seu redor se transforma de repente. Com cabeça de adulto e corpo de adolescente, ela se vê novamente vivendo as aventuras de uma das épocas mais intensas da vida de qualquer pessoa: o ensino médio. Ao procurar modificar acontecimentos, ela começa a perceber que as consequências de suas atitudes nem sempre são como ela imagina, o que pode ser bem complicado. Em meio a amores impossíveis, amizades desfeitas e atritos familiares, Anita tentará escrever seu próprio final feliz em uma página misteriosa na internet.”

Depois dos Quinze – Quando Tudo Começou a Mudar

Bruna Vieira tem 18 anos, é colunista da Revista Capricho e dona de um blog chamado Depois dos Quinze. Começou a escrever porque descobriu que o amor da sua vida era na verdade o amor de uma das centenas de fases que ela já viveu. Desde então, com a ordem das palavras escritas e compartilhadas nas redes sociais, Bruna superou a timidez, viajou para a Europa, fez duas tatuagens, mudou de vez para São Paulo e tornou-se uma das adolescentes brasileiras mais influentes da internet com milhares de fãs-leitoras-amigas-seguidoras. Nesse livro você encontra uma mistura de histórias, desabafos e segredos de uma garota que nasceu no interior, ama animais, usa boinas coloridas e ainda acredita no amor simples e verdadeiro.

A Menina que Colecionava Borboletas

Bruna Vieira está cada vez mais longe dos quinze, e sabe que crescer nunca é tão simples. Considerada uma das blogueiras mais influentes do mundo, mais uma vez ela dá vazão ao seu talento como escritora com este seu novo livro de crônicas e pensamentos, em que mostra o quanto amadurecer e conquistar a independência é maravilhoso, mas tem seus desafios e poréns. A garota do interior que usa batom vermelho e que realizou seus maiores sonhos continua inspirando adolescentes de todo o país. Para ela, as páginas deste livro significam o bater de asas das borboletas que colecionou dentro do peito por algum tempo e que agora, finalmente, pode deixar que voem livres por aí.

Eu conheci a Bruna Vieira através do blog dela e confesso que ela só me chamou atenção porque na época estava para lançar seu primeiro livro, Depois dos Quinze. Graças a isso comecei a acompanhar seu trabalho e hoje digo que ela é uma das pessoas que mais admiro, não apenas por suas diversas conquistas, mas porque podemos ver que ela é muito esforçada e muito carismática. Ainda não li nenhum de seus livros, mas tenho muita curiosidade para ler De Volta Aos Quinze. O Depois dos QuinzeA Menina que Colecionava Borboletas não se encaixam exatamente nos livros que gosto de ler, mas sei que se gostar do outro, vou acabar comprando esses também! Enfim, desejo muito sucesso a Bruna e espero gostar dos livros dela!

Alguém já leu algum de seus livros? Se não leram, têm vontade de ler?

Destrua Este Diário: Parte 1

Oii, tudo bom?

Em 2013 eu comprei um livro bem diferente, chamado Wreck This Journal. Uma amiga minha havia comprado quase um ano antes e me mostrado como funcionava e eu tinha ficado muito interessada. Meses depois, a editora Intrínseca anunciou que lançaria o livro com o nome Destrua Este Diário, e eu fiquei com muita raiva, porque eu paguei quase o dobro do que a editora estava cobrando aqui! hahaha

Bom, para quem não sabe, o Destrua Este Diário tem o objetivo de aguçar a criatividade do leitor. São mais de 200 páginas e em cada uma delas é proposto ao leitor alguma coisa louca, que ele pode interpretar como quiser e fazer o que bem entender. Já vi pessoas perguntando “por que eu gastaria 20 reais em um livro pra destruir ele?” e eu garanto que vale muito a pena! Vocês vão perceber no vídeo que eu me diverti muito e essas foram apenas algumas das tarefas.

Para me ajudar a gravar eu convidei o Cassiano, que também tem o livro. Nós fizemos cinco páginas (além das iniciais como escrever o nome e numerar as páginas) e foi super divertido de gravar. Eu espero que vocês gostem do vídeo e se divirtam como a gente!

Resenha: Deslembrança — Cat Patrick

Toda noite, quando London Lane recosta a cabeça no travesseiro e dorme, cada mínimo detalhe do dia que viveu desaparece de sua memória. Pela manhã, restam-lhe apenas lembranças do futuro: pessoas e acontecimentos que ainda estão por vir. Para conseguir manter uma rotina minimamente normal, London escreve bilhetes para si própria e recorre à sempre fiel melhor amiga. Já acostumada a tudo isso, ela tenta encarar a perda de memória mais como uma fatalidade que como uma limitação. Mas, quando imagens perturbadoras começam a surgir em suas lembranças e London precisa, de algum modo, escapar delas, fica claro que para entender o presente e o futuro ela terá que decifrar o que ficou esquecido no passado.

Título Brasileiro: Deslembrança
Título Original: 
Forgotten
Autor(a): 
Cat Patrick
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 256
Ano: 2012
Skoob
Nota:
3 estrelas

Todos os dias, às 4:33 da manhã, o cérebro de London “reinicia”. Todo o seu passado é apagado de sua memória e ela precisa de bilhetes para lembrar de coisas pequenas como o que vestiu, o que fez e o que precisará saber para viver os dias seguintes. Como se isso não fosse estranho o suficiente, London tem “lembranças” do seu futuro: ela sabe de tudo que vai acontecer na sua vida a partir de amanhã até o dia em que vai morrer. Sua “visão” do futuro é meio nebulosa, como se fossem lembranças do passado: algumas com maior clareza, outras que ela nem reconhece direito. Mas é assim que ela leva sua vida e que reconhece as pessoas que a cercam — a partir das pequenas ou grandes participações que elas terão no seu futuro — até que London conhece Luke, um garoto bonitinho que não está em lugar nenhum das suas lembranças do futuro, mas que desperta lembranças sombrias de um enterro que ela ainda não sabe de quem é.

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A história de Deslembrança me chamou atenção por ser um pouco diferente de tudo que eu já tinha lido. Acho que Cat Patrick teve uma ideia e tanto quando pensou em uma garota que tinha lembranças do futuro e não do passado, mas terminei o livro com a sensação de que eu queria mais. Na verdade, faltaram algumas explicações durante o livro, não sobre como surgiu o problema de London — ela encontrou uma explicação bem legal e “plausível” até —, mas sobre coisas como por que Luke não estava no seu futuro ou porque ele desencadeou tudo que veio a seguir. Mas, tirando a falta de explicações, a história em si é legalzinha. Ela não tem nada demais — diferente do que eu imaginava — e demora para se desenvolver, as coisas começam mesmo a acontecer lá pelo final do livro e quando acontecem parece que é tudo corrido demais, sabe?

A London é totalmente diferente do que eu imaginava de uma personagem com o problema que ela tem. Várias vezes ela me pareceu meio fútil — como quando estava preocupada com suas roupas enquanto várias coisas estranhas aconteciam ao seu redor! — e infantil. Além disso, quando Luke aparece pela primeira vez, London decide não o mencionar nos seus bilhetes porque não o vê no futuro e quer se poupar de uma decepção, mas logo ele aparece várias vezes na sua vida e apesar de citar várias vezes o fato de ele não estar nas suas lembranças, ela não parece realmente preocupada e nem faz nada para descobrir o que diabos está acontecendo.

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Dos outros personagens, eu gostei bastante do Luke. Ele é sensível e romântico, e o relacionamento dos dois é bem bonitinho, mas ele não teve nada marcante, sabe? Não é um personagem de quem eu vá lembrar por muito tempo. Já a mãe dela me irritou um pouco, acho que faltou um pouco de atitude da parte dela, principalmente se levarmos em consideração o problema de London. E Jamie, a melhor amiga de London, é simplesmente idiota e irritante, odiei ela o livro inteirinho.

Recomendo Deslembrança para quem está afim de um livro bem adolescente. A leitura é fácil e flui bem rápido — é em primeira pessoa e no presente —, mas a história em si não tem nada demais ou de diferente que faça com que o livro tenha algo de especial. Preciso admitir que li bem rápido e que estava curiosa para a resolução da trama, mas ainda acho que várias coisas poderiam ter sido melhoradas.

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Cinema: Elysium

Estamos em pleno século XXII e a Terra está um caos. Apenas pessoas pobres e sem condições de morarem em Elysium vivem aqui, em um lugar poluído e destruído, onde a raça humana não tem a menor chance de sobreviver por muito mais tempo. Poucas pessoas têm um emprego de verdade e menos ainda conseguem juntar dinheiro o suficiente para se mudar para Elysium, por isso naves de imigrantes ilegais saem com frequência do nosso planeta para Elysium, embora quase sempre fracassem.

Elysium é como se fosse uma nave construída pelos humanos como forma de escapar da destruição que eles causaram à Terra. O que mais me surpreendeu nessa parte foi a construção dessa nave; eu a imaginava totalmente fechada e pequena, que fosse o suficiente para algumas milhares de pessoas e pronto. Mas Elysium é, na verdade, dessa forma que vocês podem ver na foto abaixo e é praticamente um planeta! Além de ser enorme, eles construíram florestas e tudo o mais para sustentar a vida no espaço.

A história do filme é demais! O longa é cheio de ação e aventura a partir do momento que Max, o personagem principal, se expõe a doses letais de radição e acaba se metendo em uma grande confusão para tentar fugir para Elysium e ser tratado lá, porque, como vocês podem imaginar, todo o tratamento médico eficiente fica lá em cima. Porém, o mais legal do filme, na minha opinião, é a grande quantidade de atores brasileiros que aparecem. Alice BragaWagner Moura, por exemplo, aparecem nas filmagens do começo ao fim e esse até fala “porra” e “caralho” em uma das cenas hahaha

Recomendo para quem gosta de filmes de ação e aventura. Esses não são meus gêneros favoritos (na verdade, é bem raro eu assistir a esse tipo de filme) e, no entanto, eu adorei Elysium. Quem gosta de distopias também provavelmente vai gostar dessa história!

TAG: Resoluções Literárias Para 2014

Oi, gente, tudo bom?

Bom, eu estava bem em dúvida se gravava ou não essa TAG porque já gravei a 12 livros para ler em 2014, mas eu achei tão legal e diferente, que resolvi gravar mesmo assim. Eu fui tageada pelo Allison, do Allison7Potter, mas quem criou a TAG foi a Charlotte do CharrsNewChapter e quem traduziu foi a Catarina do Little House of Books.

1. Um autor que você nunca leu mas quer ler?
2. Um livro que quer muito ler?
3. Um clássico que quer ler?
4. Um livro que quer reler?
5. Um livro que tens há séculos e quer finalmente ler?
6. Um livro gigante que quer ter a coragem para ler?
7. Um autor que já leu e quer voltar a ler?
8. Um livro que ganhou de Natal e que quer ler?
9. Uma série que quer ler, do primeiro ao último livro?
10. Uma série que já começou e queres terminar?
11. Quantos livros quer ler em 2014?
12. Mais algum objectivo literário que queiras partilhar?